
A estratégia ESG no turismo deixou de ser tendência e passou a ser critério direto de competitividade. Hoje, não basta entregar uma boa experiência ou ter um posicionamento alinhado com sustentabilidade. O mercado começou a exigir estrutura — e isso envolve dados, processos e capacidade de provar o que está sendo feito.
Esse movimento já aparece de forma concreta no setor. O estudo de maturidade ESG do SINDEPAT, realizado em parceria com o Itaipu Parquetec, mostra que o turismo brasileiro está avançando, mas ainda opera em um nível considerado moderado. Ou seja, existem iniciativas relevantes em andamento, mas ainda sem a estrutura necessária para sustentar decisões no longo prazo.
Ao longo deste artigo sobre estratégia ESG no turismo, você vai entender onde o setor realmente está, quais são os principais desafios e como transformar dados, marca e gestão em uma estratégia que gera valor de verdade.
Por que a estratégia ESG no turismo deixou de ser opcional?
Os números ajudam a tirar esse tema do campo da percepção e colocar na realidade.
No pilar ambiental, por exemplo, 77% dos empreendimentos afirmam priorizar a gestão de impactos, adotando práticas como uso de iluminação LED, sensores de presença e torneiras temporizadas. No entanto, quando o assunto envolve maior maturidade, como energia renovável, gestão hídrica estruturada e inventário de carbono, esses mesmos negócios ainda encontram dificuldades.
No pilar social, o cenário segue uma lógica parecida. Há avanços em segurança, acessibilidade e capacitação interna, mas práticas ligadas à diversidade, equidade e inclusão ainda aparecem de forma inicial na maior parte das operações.
Já no pilar cultural, os dados mostram um potencial importante: 64% dos empreendimentos apoiam iniciativas de conservação cultural, enquanto 72% priorizam artistas e fornecedores locais. Isso reforça o papel do turismo como agente de desenvolvimento territorial.
Na governança, o cenário ainda é intermediário. Muitas empresas já possuem políticas definidas, mas poucas estruturaram indicadores contínuos ou sistemas formais de acompanhamento.
Esse conjunto de dados deixa claro: o setor está se movendo, mas ainda não estruturou esse movimento. E é exatamente por isso que a estratégia ESG no turismo deixou de ser opcional. Sem organização, não existe evolução consistente — só ações isoladas.

Como aplicar estratégia ESG no turismo na prática?
A principal dúvida não está mais no “por que”, mas no “como”.
Na prática, aplicar estratégia ESG no turismo exige método. Não existe uma solução pronta que funcione para todos os negócios, porque cada operação carrega impactos, contextos e oportunidades diferentes. Ainda assim, existe um caminho estruturado que permite transformar esse tema em algo aplicável.
O primeiro passo é o diagnóstico. É ele que mostra onde estão os principais impactos e quais decisões precisam ser priorizadas. Em seguida, entra o planejamento, que organiza essas decisões em ações possíveis dentro da realidade do negócio.
A partir disso, entram os indicadores. E aqui está um dos maiores gargalos do setor: muitas empresas até executam ações, mas não medem. Sem medição, não existe gestão. E sem gestão, não existe estratégia.
Além disso, existe um fator que costuma ser negligenciado: cultura. Sem engajamento interno, qualquer iniciativa perde força na execução. Por isso, aplicar ESG não é apenas implementar práticas, mas garantir que elas façam sentido dentro da operação.
É nesse ponto que soluções como as desenvolvidas pela InMix ganham relevância, ao conectar diagnóstico, planejamento, cultura e acompanhamento dentro de uma lógica integrada.
Qual o papel da marca na estratégia ESG no turismo?
Um erro comum é tratar sustentabilidade como algo separado da marca. Na prática, essa divisão enfraquece o processo.
A estratégia ESG no turismo precisa estar conectada à forma como o negócio se posiciona, porque é isso que sustenta a percepção de valor ao longo do tempo. Não se trata apenas de comunicar ações, mas de construir coerência entre discurso e prática.
Essa construção envolve desde a definição de narrativa até o desenvolvimento de identidade, presença digital e relacionamento com stakeholders. Além disso, impacta diretamente a forma como a empresa se posiciona como empregadora, influenciando a atração e retenção de talentos.
Quando ESG e marca caminham juntos, o resultado não é só visibilidade. É confiança.

Como a estratégia ESG no turismo impacta a competitividade?
A competitividade do setor já começa a ser influenciada por critérios ESG.
Investidores consideram esses fatores na alocação de recursos, parceiros utilizam essas informações para avaliar riscos e o consumidor passa a incorporar sustentabilidade na decisão de compra. Esse movimento está se consolidando como padrão de mercado.
O próprio estudo do SINDEPAT reforça que, apesar dos avanços, o setor ainda precisa evoluir para atender a essas novas exigências. Isso significa que negócios que não estruturam sua estratégia ESG no turismo tendem a perder espaço, não por falta de intenção, mas por falta de consistência.

Como a InMix atua na estratégia ESG no turismo?
Diante desse cenário, estruturar ESG exige mais do que ações isoladas. Exige integração entre planejamento, operação e posicionamento.
A InMix atua justamente nesse ponto, conectando diferentes frentes do negócio para transformar sustentabilidade em estratégia aplicável. Com mais de 15 anos de atuação no setor, a consultoria trabalha desde o diagnóstico até a implementação, sempre considerando a realidade de cada operação.
Na prática, isso significa estruturar dados, definir indicadores e apoiar a tomada de decisão com base em critérios claros. É um trabalho que integra estratégia, marca, cultura e execução. Ou seja:
• Criação e gestão de marcas sustentáveis;
• Estratégia e planejamento ESG;
• Mentoria e treinamento para certificações ESG;
• Workshops estratégicos para inovação;
Como se preparar para o futuro da estratégia ESG no turismo?
O futuro do turismo não será definido só pela experiência entregue, mas pela forma como essa experiência se sustenta ao longo do tempo.
Isso exige organização. Exige dados estruturados, indicadores definidos e processos que permitam acompanhar a evolução das decisões. Mais do que isso, exige integrar ESG à gestão.
Quando esse nível de maturidade é alcançado, a estratégia deixa de ser reativa e passa a ser direcionadora.
Estratégia ESG no turismo: o próximo passo
A estratégia ESG no turismo já faz parte do presente do setor. A diferença agora está na forma como cada negócio escolhe estruturar esse processo.
Se o objetivo é transformar dados em decisão, fortalecer a marca e construir uma operação mais consistente, o próximo passo é organizar essa jornada com método.
Conhecer as soluções da InMix é o início desse processo, conectando planejamento, execução e posicionamento em uma estratégia alinhada com a realidade do negócio. Vamos juntos?

